¨A mulher sábia edifica a sua casa¨
Entre o conflito de ser mãe, esposa, dona de casa e ter uma vida profissional, investir numa carreira a vida me colocou no caminho da primeira opção.
Hoje tenho orgulho disso.
Neste mesmo blog eu já reclamei, já me senti sozinha, frustrada, sem perspectivas, chateada por fazer todo dia a M-E-S-M-A coisa, mas hoje preciso compartilhar o quanto estou feliz.
Estou desde o início do ano me dedicando à casa e aos meninutudo.
Existem dias que eu quero sair correndo, mas em outros sinto um orgulho danado de mim.
A minha família precisa de mim para crescer sólida, com amor, forte e unida.
Meus filhos precisam da minha presença, do meu amor para crescerem fortes, sadios, confiantes e bem resolvidos.
Das mulheres que criaram seus filhos elas próprias, são as mulheres mais em paz que eu conheço.
Mulheres dedicadas, daquelas que sentem prazer em dar conforto para o outro, seja esse conforto uma comida quentinha, uma fronha de travesseiro passada e cheirosa, um xarope na hora da tosse.
É esse tipo de mulher que eu quero ser! (pelo menos, hoje é essa a minha vontade!)
Eu quero ser a mulher sábia, que edifica e fortalece a própria casa.
Quero ser a mulher que trabalha com as mãos de boa vontade.
Quero ser a mulher que tem a força e a honra como meu vestido.
Quero ser a mulher que está atenta, aquela que não come o pão da preguiça.
Quero ser a mulher que meus filhos olhem para mim e sintam amor, orgulho e gratidão!
Uma vez, ganhei do meu primo um livro chamado ¨Bela aos olhos de Deus¨ escrito baseado no salmo 31 de provérbios.
A leitura me fez enxergar um novo jeito de ser o pilar da minha família.
Muito mais importante do que os bens materiais, é a minha dedicação junto aos meus!
E hoje tenho orgulho em dizer:
Sim, eu tenho um emprego; sou mãe e esposa em tempo integral!
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quarta-feira, 31 de julho de 2013
quarta-feira, 15 de agosto de 2012
Desespero pouco é bobagem!
Meninas queridas...
ainda estou com as pernas bambas, mas preciso dividir com vocês o horror que vivi no início da tarde.
Dani pegou uma bolinha de gude, e estava brincando com ela, e colocou a danada na boca sem eu ver...e engasgou!
Começou a chorar, a pular, e a apontar pra garganta... e eu desesperei... dei uns tapas nas costinhas dele, apertei o esterno, levantei os braços e o menino ficando roxo nas minhas mãos!
Na hora eu entrei em pânico, achei que estava vendo meu filho morrer sem que eu pudesse salva-lo, e ainda, na frente dos irmãos que nesta altura estavam chorando , assistindo o nosso desespero.
Esqueci tudo o que eu teoricamente sabia pra desengasgar uma criança, esqueci de coloca-lo de cabeça pra baixo, lembrava que dizem que não podemos enfiar a mão, pq podemos empurrar mais ainda o objeto, já estava a ponto de sair com ele no colo pela rua, pedindo socorro.
e então enfiei a mão na gargantinha dele, arranhei o bichinho todinho e consegui com dois dedos pinçar a bolinha de gude...e ele voltou a respirar!
Foi um dos maiores desesperos que já passei na minha vida...
Ainda estou meio em choque, e estou inconformada comigo por ter deixado isso acontecer, pensando no desastre que poderia ter ocorrido... já pensou se eu perdesse a cobertura do meu bolo???
e estou mais do que nunca, agradecida de joelhos no chão por Deus ter salvado meu filho!!!
MUITO OBRIGADA MEU DEUS!!
e agora parece que eu levei uma surra, tô toda dolorida...
e sim, joguei TODAS as bolinhas no lixo, nunca mais nesta casa entra bolinhas de gude...e também expliquei a ele e ao irmãos, que só comida ( e em porções pequenas) é que devem ser colocadas na boca, que brinquedos, pecinhas, legos e cia viram veneno na boca...
Ele ficou assustado, mas está bem, brincou, e tá tirando um cochilo!
Resolvi pegar algumas técnicas de "desengasgo" e postar aqui, afinal, conhecimento nunca é demais!
http://hypescience.com/manobra-heimlich/
ainda estou com as pernas bambas, mas preciso dividir com vocês o horror que vivi no início da tarde.
Dani pegou uma bolinha de gude, e estava brincando com ela, e colocou a danada na boca sem eu ver...e engasgou!
Começou a chorar, a pular, e a apontar pra garganta... e eu desesperei... dei uns tapas nas costinhas dele, apertei o esterno, levantei os braços e o menino ficando roxo nas minhas mãos!
Na hora eu entrei em pânico, achei que estava vendo meu filho morrer sem que eu pudesse salva-lo, e ainda, na frente dos irmãos que nesta altura estavam chorando , assistindo o nosso desespero.
Esqueci tudo o que eu teoricamente sabia pra desengasgar uma criança, esqueci de coloca-lo de cabeça pra baixo, lembrava que dizem que não podemos enfiar a mão, pq podemos empurrar mais ainda o objeto, já estava a ponto de sair com ele no colo pela rua, pedindo socorro.
e então enfiei a mão na gargantinha dele, arranhei o bichinho todinho e consegui com dois dedos pinçar a bolinha de gude...e ele voltou a respirar!
Foi um dos maiores desesperos que já passei na minha vida...
Ainda estou meio em choque, e estou inconformada comigo por ter deixado isso acontecer, pensando no desastre que poderia ter ocorrido... já pensou se eu perdesse a cobertura do meu bolo???
e estou mais do que nunca, agradecida de joelhos no chão por Deus ter salvado meu filho!!!
MUITO OBRIGADA MEU DEUS!!
e agora parece que eu levei uma surra, tô toda dolorida...
e sim, joguei TODAS as bolinhas no lixo, nunca mais nesta casa entra bolinhas de gude...e também expliquei a ele e ao irmãos, que só comida ( e em porções pequenas) é que devem ser colocadas na boca, que brinquedos, pecinhas, legos e cia viram veneno na boca...
Ele ficou assustado, mas está bem, brincou, e tá tirando um cochilo!
Resolvi pegar algumas técnicas de "desengasgo" e postar aqui, afinal, conhecimento nunca é demais!
Como desengasgar crianças maiores?
Em crianças que já ficam em pé, a manobra é um pouco diferente:
- Mantenha a criança em pé e posicione-se atrás dela como se fosse abraçá-la pelas costas.
- Junte suas duas mãos, uma por cima da outra, abraçando a criança, e coloque-as na região logo acima do umbigo.
- Faça pressões rápidas na barriga para dentro e para cima, por seis a dez vezes.
Essa técnica também funciona para desengasgar adultos.
- Mantenha a criança em pé e posicione-se atrás dela como se fosse abraçá-la pelas costas.
- Junte suas duas mãos, uma por cima da outra, abraçando a criança, e coloque-as na região logo acima do umbigo.
- Faça pressões rápidas na barriga para dentro e para cima, por seis a dez vezes.
Essa técnica também funciona para desengasgar adultos.
quarta-feira, 16 de maio de 2012
Filho criado...
Não tem um ditado que diz "Filho criado-Trabalho dobrado" ??
Filho bebê é moleza, melzinho na chupeta, mamão com açúcar em frente ao que eles se tornam quando e enquanto vão crescendo!!!
Fui chamada na escola do meu filho mais velho.
reunião com a orientadora pedagógica e a professora.
"-Olha mãe, o Pê é muito estressado, muito nervosinho, não presta atenção na aula, não faz as lições, briga com os colegas, não me respeita... e blá blá blá"
"-Mãe, olha os cadernos dele: Tudo rabiscado, folhas dobradas, amassado, requenguelo parafuseta"(igual os cadernos da maioria dos moleques que eu lembro quando estudava!)
"-Mãe, olha o caderno de desenho dele; só desenho de gente morrendo ou sendo morta, desenho pintado de com força, desenho de armadilhas para ursos, tubarões degolando a galera, forca..."
Dai, eu encostada na parede, as duas (profissionais, suponho!) me pressionando, me fazendo acreditar que meu filho é um projeto de Unabomber.
Dai elas falam:
"Mãe, vc tem que procurar pra ontem um psiquiatra pro Pê! Ele é uma panela de pressão pronta pra explodir!"
Dai, eu sentada que estava, enfiei mais ainda minha bunda adiposa no assento e chorei.
Disse:
"-Este Pê que vocês me mostram eu não conheço! Meu filho é um psicopata, um ator??? eu sei que ele é tenso, nervosinho, mas daí ele ser um chiita ensandecido é um passo muito grande!"
E minha cabeça fermentando toda aquela ladainha "Onde foi que eu errei? ""Ele tem de tudo, pq tanta raiva?" "Que grande merda de mãe eu sou?"
Bateu um desespero ( eu acho que as duas riam por dentro, felizes de terem me colado em pânico!), uma tristeza, uma vontade de transformar o Pê no bebê que um dia ele foi...
Resumo da ópera:
Não me orientaram em bosta nenhuma, só apontaram o problema , jogaram a merda no ventilador e me disseram: "-Se vira maluca, tu não é quadrada!"
Só insistiram mais de 5 vezes pra eu encaminhar PRA ONTEM o Pê pra um psiquiatra.
Sabe, sou do tempo que psiquiatra só tratava doido matusquela, doido de pedra, que enchia o rabo do doidinho de remédio e trancava os bichinhos numa cela.
Meu filho precisava disso???
No mesmo dia, tive consulta por coincidência com a pediatra das crianças.
Consulta de rotina.
Ela é esposa do meu obstetra, portanto, ela acompanha meus meninutudo desde eles dentro da minha pança.
Conversamos um bocado, expliquei tudo a ela, que por sua vez me orientou a procurar com um urgência SIM, um psiquiatra...Pra mim e pro Lu!
A grande causa do problema somos eu e o Lu, nós dois não sabemos como conduzir o crescimento dele.
Não enxergamos nele um menino de 8 anos, como ele é...vemos um projeto de adulto!
Nós cobramos demais, damos responsabilidades demais pra ele, apertamos demais, coagimos demais, e pra completar, pegamos muito pesado com ele (tolerância zero) e aliviamos a barra dos outros dois irmãos, pq eles são "menores".
Estavamos sendo injustos, maus e incoerentes, estavamos minando a saúde psicológica do nosso filho, derrubando inclusive sua auto estima.
A princípio ele e nós (principalmente) ficaremos em observação, se nós mudarmos nossas atitudes é previsível que a médio prazo a raiva dele diminua e ele se sinta mais confiante, melhor, mais em paz.
Estamos tentando, corrigindo diariamente, na base do AA "Só mais um dia!"
Depois de uns dias, fui chamada novamente na escola.
"-Mãe, olha este desenho que o Pê fez no caderno!!! é o tridente do diabo...o menino é satanista!!!"
Cheguei em casa, sentei novamente com o Pê, conversamos, dei um as folhas pra ele desenhar, e por acaso ele fez o mesmo desenho do tal "tridente", e eu, mostrando pouco interesse, perguntei o que era aquilo, e ele disse:
"- Mãe, é uma pista de skate, com um menino de boné nela!"
que mané porra de tridente do diabo nada...só se fosse pra enfiar nos olhos delas, maledetas que enxergam o capeta onde olham...vacas!
E isso foi a azeitona da empada pra trocar o pê de escola.
Tenho a sensação de que se ele espirrar, e o catarro sair verde, vai ser culpa do capeta!
Acho que ele já foi carimbado com um "garoto problema/família relapsa" na testa, e nada que ele faça, vai alterar esta imagem que eles tem dele.
E acho que meu filho merece uma segunda chance, ir pra uma escola nova, onde ele não seja taxado, onde ninguém o conheça, onde ele pode se sentir sem tanta pressão...
E ainda tenho que lidar com a minha própria frustração por meu filho não ser perfeito do jeito que eu idealizava quando via os comercias de margarina.
É negada, filho criado, trabalho dobrado...e olha que o pesado ainda nem começou!
Filho bebê é moleza, melzinho na chupeta, mamão com açúcar em frente ao que eles se tornam quando e enquanto vão crescendo!!!
Fui chamada na escola do meu filho mais velho.
reunião com a orientadora pedagógica e a professora.
"-Olha mãe, o Pê é muito estressado, muito nervosinho, não presta atenção na aula, não faz as lições, briga com os colegas, não me respeita... e blá blá blá"
"-Mãe, olha os cadernos dele: Tudo rabiscado, folhas dobradas, amassado, requenguelo parafuseta"(igual os cadernos da maioria dos moleques que eu lembro quando estudava!)
"-Mãe, olha o caderno de desenho dele; só desenho de gente morrendo ou sendo morta, desenho pintado de com força, desenho de armadilhas para ursos, tubarões degolando a galera, forca..."
Dai, eu encostada na parede, as duas (profissionais, suponho!) me pressionando, me fazendo acreditar que meu filho é um projeto de Unabomber.
Dai elas falam:
"Mãe, vc tem que procurar pra ontem um psiquiatra pro Pê! Ele é uma panela de pressão pronta pra explodir!"
Dai, eu sentada que estava, enfiei mais ainda minha bunda adiposa no assento e chorei.
Disse:
"-Este Pê que vocês me mostram eu não conheço! Meu filho é um psicopata, um ator??? eu sei que ele é tenso, nervosinho, mas daí ele ser um chiita ensandecido é um passo muito grande!"
E minha cabeça fermentando toda aquela ladainha "Onde foi que eu errei? ""Ele tem de tudo, pq tanta raiva?" "Que grande merda de mãe eu sou?"
Bateu um desespero ( eu acho que as duas riam por dentro, felizes de terem me colado em pânico!), uma tristeza, uma vontade de transformar o Pê no bebê que um dia ele foi...
Resumo da ópera:
Não me orientaram em bosta nenhuma, só apontaram o problema , jogaram a merda no ventilador e me disseram: "-Se vira maluca, tu não é quadrada!"
Só insistiram mais de 5 vezes pra eu encaminhar PRA ONTEM o Pê pra um psiquiatra.
Sabe, sou do tempo que psiquiatra só tratava doido matusquela, doido de pedra, que enchia o rabo do doidinho de remédio e trancava os bichinhos numa cela.
Meu filho precisava disso???
No mesmo dia, tive consulta por coincidência com a pediatra das crianças.
Consulta de rotina.
Ela é esposa do meu obstetra, portanto, ela acompanha meus meninutudo desde eles dentro da minha pança.
Conversamos um bocado, expliquei tudo a ela, que por sua vez me orientou a procurar com um urgência SIM, um psiquiatra...Pra mim e pro Lu!
A grande causa do problema somos eu e o Lu, nós dois não sabemos como conduzir o crescimento dele.
Não enxergamos nele um menino de 8 anos, como ele é...vemos um projeto de adulto!
Nós cobramos demais, damos responsabilidades demais pra ele, apertamos demais, coagimos demais, e pra completar, pegamos muito pesado com ele (tolerância zero) e aliviamos a barra dos outros dois irmãos, pq eles são "menores".
Estavamos sendo injustos, maus e incoerentes, estavamos minando a saúde psicológica do nosso filho, derrubando inclusive sua auto estima.
A princípio ele e nós (principalmente) ficaremos em observação, se nós mudarmos nossas atitudes é previsível que a médio prazo a raiva dele diminua e ele se sinta mais confiante, melhor, mais em paz.
Estamos tentando, corrigindo diariamente, na base do AA "Só mais um dia!"
Depois de uns dias, fui chamada novamente na escola.
"-Mãe, olha este desenho que o Pê fez no caderno!!! é o tridente do diabo...o menino é satanista!!!"
Cheguei em casa, sentei novamente com o Pê, conversamos, dei um as folhas pra ele desenhar, e por acaso ele fez o mesmo desenho do tal "tridente", e eu, mostrando pouco interesse, perguntei o que era aquilo, e ele disse:
"- Mãe, é uma pista de skate, com um menino de boné nela!"
que mané porra de tridente do diabo nada...só se fosse pra enfiar nos olhos delas, maledetas que enxergam o capeta onde olham...vacas!
E isso foi a azeitona da empada pra trocar o pê de escola.
Tenho a sensação de que se ele espirrar, e o catarro sair verde, vai ser culpa do capeta!
Acho que ele já foi carimbado com um "garoto problema/família relapsa" na testa, e nada que ele faça, vai alterar esta imagem que eles tem dele.
E acho que meu filho merece uma segunda chance, ir pra uma escola nova, onde ele não seja taxado, onde ninguém o conheça, onde ele pode se sentir sem tanta pressão...
E ainda tenho que lidar com a minha própria frustração por meu filho não ser perfeito do jeito que eu idealizava quando via os comercias de margarina.
É negada, filho criado, trabalho dobrado...e olha que o pesado ainda nem começou!
terça-feira, 17 de abril de 2012
Mãe & Filhos
As 7:02h do dia 05 de Julho de 2003 nascia o Pedro, e com ele uma nova pessoa.
Nascia a Ive-Mãe!
Desde este instante eu senti que minha vida giraria ao redor dos umbigos dos meus filhos!
Desde este instante eu soube que a prioridade na minha vida sempre seriam meus filhos!
Desde este instante eu senti que a partir dali eu viveria por e para eles!
Desde este instante eu soube que abriria mão de qualquer coisa por eles!
Eu sou assim. Em primeiro plano estão meus filhos, depois vem marido, carreira, trabalho.
Eu estou errada??
Não sei!
Vejo mães que são diferentes de mim.
A prioridade delas ainda é o próprio umbigo!
Elas priorizam o trabalho, a carreira, elas próprias, o marido ou namorado e depois os filhos!
Elas estão erradas?
Não sei!
Também não cabe a mim fazer juízo de valores, afinal só quem calça é quem sabe aonde o sapato aperta, mas fico incomodada quando vejo filhos sendo relegados a 2º ou 3º plano por mães que vivem a flanar, confiando aos parentes ou empregados a criação se seus filhos.
Não precisa ter quantidade, mas qualidade.
Eu acredito que no fundo, as crianças que tem Pais (mas que estão sempre ausentes, por uma ou outra questão) se sentem menores, menos amadas, mais carentes, tem mais problemas de aprendizado, são tímidos demais ou agressivos demais.
Criança precisa saber que tem uma base sólida, onde pode se apoiar e confiar.
Criança precisa participar da vida dos Pais.
O adulto não pode, não precisa e nem deve ser o "pajem" do filho, daqueles que dá comidinha na boca pro bebêzão de 4 anos, ou que limpa a poupança da meninona de 10 anos.
A mãe (ou pai) não precisa deixar de ir ao salão de beleza ou ao futebol, ou de sair com os amigos pra uma balada.
Eu só acredito que tudo precisa ter um meio termo.
Nem enfurnada em casa e nem passando o feriado inteiro com a galera, sem ver a cara da molecada.
O tempo passa tão rápido, as oportunidades desaparecem como fumaça. E quando a gente se dá conta, já não dá pra voltar atrás, já não dá pra recuperar anos que passamos olhando só pra nós, e nem vimos aquele bebê se transformar num adolescente.
Nascia a Ive-Mãe!
Desde este instante eu senti que minha vida giraria ao redor dos umbigos dos meus filhos!
Desde este instante eu soube que a prioridade na minha vida sempre seriam meus filhos!
Desde este instante eu senti que a partir dali eu viveria por e para eles!
Desde este instante eu soube que abriria mão de qualquer coisa por eles!
Eu sou assim. Em primeiro plano estão meus filhos, depois vem marido, carreira, trabalho.
Eu estou errada??
Não sei!
Vejo mães que são diferentes de mim.
A prioridade delas ainda é o próprio umbigo!
Elas priorizam o trabalho, a carreira, elas próprias, o marido ou namorado e depois os filhos!
Elas estão erradas?
Não sei!
Também não cabe a mim fazer juízo de valores, afinal só quem calça é quem sabe aonde o sapato aperta, mas fico incomodada quando vejo filhos sendo relegados a 2º ou 3º plano por mães que vivem a flanar, confiando aos parentes ou empregados a criação se seus filhos.
Não precisa ter quantidade, mas qualidade.
Eu acredito que no fundo, as crianças que tem Pais (mas que estão sempre ausentes, por uma ou outra questão) se sentem menores, menos amadas, mais carentes, tem mais problemas de aprendizado, são tímidos demais ou agressivos demais.
Criança precisa saber que tem uma base sólida, onde pode se apoiar e confiar.
Criança precisa participar da vida dos Pais.
O adulto não pode, não precisa e nem deve ser o "pajem" do filho, daqueles que dá comidinha na boca pro bebêzão de 4 anos, ou que limpa a poupança da meninona de 10 anos.
A mãe (ou pai) não precisa deixar de ir ao salão de beleza ou ao futebol, ou de sair com os amigos pra uma balada.
Eu só acredito que tudo precisa ter um meio termo.
Nem enfurnada em casa e nem passando o feriado inteiro com a galera, sem ver a cara da molecada.
O tempo passa tão rápido, as oportunidades desaparecem como fumaça. E quando a gente se dá conta, já não dá pra voltar atrás, já não dá pra recuperar anos que passamos olhando só pra nós, e nem vimos aquele bebê se transformar num adolescente.
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